EPTE – Eletrólise Percutânea Terapêutica

EPTE

EPTE – Eletrolise Percutânea Terapeutica

A EPTE é uma técnica minimamente invasiva que consiste na aplicação de uma corrente galvânica de baixa intensidade, através de uma agulha de acupunctura, que produz um processo inflamatório de carácter local permitindo a fagocitose e a reparação/regeneração do tecido mole afetado (tendão, ligamento, músculo, etc).

Esta reação ocorre porque a agulha catódica promove uma reação electroquímica – dissociação das moléculas de água e sal nos seus elementos constitucionais que dá lugar, por instabilidade iónica, à formação de moléculas de hidróxido de sódio – na região do tecido degenerado.
É um conceito extremamente inovador que permite resultados muito precoces no tratamento de vários distúrbios do aparelho locomotor.

Benefícios relativamente a outras técnicas:
1. É um tratamento local no ponto exacto da lesão. Com a ajuda de ecografia aplica-se a EPTE de forma directa sobre o tecido alterado e/ou degenerado.
2. Inicia eficazmente a reparação do tecido afetado. A EPTE é capaz de iniciar um novo processo de proliferação do tecido de colagénio que, nestes casos, se encontra desagregado.
3. As modificações na estrutura e no comportamento mecanobiológico do tecido mole são imediatas e em tempo real.
4. A efectividade é muito alta comparativamente a tratamentos convencionais de fisioterapia como os ultra-sons, ondas de choque, técnica de Cyriax ou médicos (fármacos, infiltrações ou cirurgia).
5. A frequência de recidivas é baixa.

Indicações:
Com a EPTE tratam-se tendinopatias crónicas e um número importante de lesões como:
1. Tendinopatias crónicas (tendinose rotuliana, aquiliana, dos isquiotibiais, pubalgias, epicondilites, supra espinhoso, etc)
2. Fasceítes plantares
3. Roturas musculares
4. “Entorse” ligamento lateral interno do joelho
5. “Entorse” crónico da tibio-társica
6. Periostite tibial
7. Síndrome do túnel cárpico e tarsiano

– 2 anos de garantia.

REF: HTMEPTE